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BETO LEE se
dedica ao ofício de guitarrista desde a idade de 12 anos.
É um colecionador e apreciador do som da geração 50/60/70
e apesar de gostar de
algumas tendências que rolaram nos 80/90, passa batido
pelos modismos dessa época. Quando ainda estava na escola
montou a banda Larika com mais outros três colegas e
partiu para peregrinações em bares e festas tocando
composições próprias e um repertório com covers de Stones,
Kiss, Hendrix,
Zeppelin, Erasmo, Raul Seixas, Tutti Frutti e outros
heróis.
Paralelamente, Beto passou a participar como guitarrista
nos shows dos pais a partir da turnê Zorra (95) e em
seguida no Santa Rita de Sampa (97). No Acústico MTV de
Rita Lee (98) ele apresentou sua composição "O Gosto do
Azedo" com um arranjo esquisitão do maestro tropicalista
Rogério Duprat. Participou das gravações do CD 3001 (2000)
onde, em parceria com sua mãe, compôs "Rebeldades", a
música mais pauleira do disco.
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Também em
parceria com la mamma compôs "Vira-lata de Raça" gravada
por Ney Matogrosso. Tocou cítara elétrica na gravação da
música "Desconforto" de Zélia Duncan. Convidado
pelo produtor e amigo Apollo 9 participou da música "Pelo
Engarrafamento" de Otto. Como guitarrista deu canja nos
shows de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Jota Quest,
Wilson Sideral, Liminha & Convidados, Velhas Virgens e
outros roqueiros e não roqueiros.
Em 2002,
Beto Lee gravou seu primeiro trabalho solo, o disco 'Todo
Mundo é Igual' , no qual apresentou composições próprias e
parcerias com Gabriel o Pensador ("Todo Mundo É Igual"),
Carlos Rennó ("Ceia de Natal") e Itamar Assumpção ("Quem
Avisa Amigo É" e "Maníaco", primeiro single).
Em 2003,
Beto participou das gravações do disco 'Balacobaco', o 31°
de Rita Lee, e reassumiu as guitarras, ao lado de Roberto
de Carvalho, na turnê do disco 'Balacobaco'.
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